Crítica do livro: Caminhando para Guantánamo



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Não faltam diários de viagem escritos por viajantes inquietos em viagens que eles esperam que os ajudem a resolver uma crise de meia-idade.

Alguns que vêm imediatamente à mente? Rosemary Mahoney's Down the Nile: Alone in a Fisherman’s Skiff, Elizabeth Gilbert’s Eat, Pray, Love e John Steinbeck’s Travels with Charley.

O truque com esses tipos de narrativas é o autor trabalhar para se livrar do medo enquanto escreve um conto que seja mais acessível e significativo para o leitor do que um diário dolorosamente autoconsciente.


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Em seu primeiro livro, Walking to Guantanamo, o autor Richard Fleming consegue executar o truque apenas parcialmente.

Fleming, que se despede da namorada, subloca seu apartamento no Brooklyn e sai para uma caminhada de quatro meses por Cuba, admite que seu único motivo é tentar superar um sentimento incômodo de estagnação pessoal e profissional respondendo a um inexplicável telefonema interno para explorar Cuba a pé.

No final do livro, ele confessa que “uma vez que nunca soube o que procurava, dificilmente posso afirmar que o encontrei”.

O leitor se sente tão indeciso sobre a história quanto Fleming se sente, e se pergunta, junto com o escritor, se sua "experiência foi muito mundana até mesmo para se dar ao trabalho de escrever".

A resposta é “Sim” nos capítulos do livro em Havana, que incluem todos os personagens e objetos familiares a quem já passou por lá: Telenovelas, rum, filas, ônibus lotados, Santeria e a qualidade de “cápsula do tempo” que os turistas tão freqüentemente visto na capital de Cuba.

Esses capítulos seriam mais agradáveis ​​para quem não viajou a Cuba, mas para os visitantes regulares, as cenas são previsíveis e até cansativas.

Mas depois há os capítulos em que Fleming narra suas experiências pisando em pântanos tropicais e sertões com observadores de pássaros e participando de uma competição decimal na cidade de Las Tunas.

É nesses lugares que Fleming e seu leitor estão em seu melhor, aprendendo coisas novas juntos, e de repente os momentos tediosos da viagem - como qualquer boa viagem - parecem valer a pena ter sofrido.

Como Fleming, passei por altos e baixos com este livro. No final das contas, porém, apreciei que em sua busca para lidar com um tipo específico de tédio, muitos cubanos achariam curiosos. Ele se dedicou a aprofundar-se em Cuba e a compartilhar histórias que eram tudo menos mundanas.

Histórias que ninguém mais contou.


Assista o vídeo: Splinter Cell: Blacklist - Baía de Guantánamo, CUBA PT-BR


Comentários:

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